BENEFÍCIOS DA INTERVENÇÃO PRECOCE NA CRIANÇA AUTISTA

Autores

  • Glícia Campanharo Malheiros Faculdade de Medicina de Campos (FMC)
  • Manuela Lordelo Caldas Pereira Faculdade de Medicina de Campos (FMC)
  • Marcela Carvalho Mansur Faculdade de Medicina de Campos (FMC)
  • Odila Maria Ferreira de Carvalho Mansur Faculdade de Medicina de Campos (FMC)
  • Leila Regina de Oliveira de Paula Nunes Faculdade de Medicina de Campos (FMC)

DOI:

https://doi.org/10.29184/1980-7813.rcfmc.121.vol.12.n1.2017

Resumo

Introdução: Estudos sugerem que os pais costumam perceber os primeiros sinais de risco para autismo a partir da idade de dezoito meses. Enquanto as crianças com desenvolvimento típico começam a falar e interagir socialmente, de forma mais significativa a partir dessa idade, os atrasos ou ausência total da linguagem verbal e não verbal, comportamentos como orientação social, atenção conjunta e imitação, assim como o isolamento social, tornam-se mais evidentes em crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Objetivos: Alertar profissionais de saúde, de educação e pais para a importância do diagnóstico e intervenção precoces, de forma a favorecer melhor prognóstico. Métodos: Trata-se de um estudo do tipo revisão bibliográfica. Resultados: A identificação de sinais de risco para autismo deve ser parte da rotina de profissionais que trabalham com a população infantil; o diagnóstico deve ser fechado até trinta e seis meses e as estratégias de intervenção devem aumentar as iniciativas da criança, estimulando os pais e parceiros a interpretar seus sinais, manter as interações, utilizar rotinas sensoriais e estimular o desenvolvimento da linguagem; bem como fornecer inúmeras estratégias estruturadas para trabalhar com crianças muito jovens, em contextos individuais e em grupo, promovendo o seu desenvolvimento em domínios-chave como imitação, comunicação, cognição, competências motoras e sociais, comportamento adaptativo e jogos. Conclusões: O presente trabalho buscou contribuir para maior aprofundamento do conhecimento a respeito do TEA, apontando sempre para a importância do diagnóstico e intervenção precoces, de forma a aproveitar a neuroplasticidade cerebral dos primeiros anos de vida, resultando em melhor prognóstico.

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Biografia do Autor

Glícia Campanharo Malheiros, Faculdade de Medicina de Campos (FMC)

Acadêmica do Curso de Medicina da Faculdade de Medicina de Campos-RJ

Manuela Lordelo Caldas Pereira, Faculdade de Medicina de Campos (FMC)

Acadêmica do Curso de Medicina da Faculdade de Medicina de Campos-RJ

Marcela Carvalho Mansur, Faculdade de Medicina de Campos (FMC)

Acadêmica do Curso de Medicina da Faculdade de Medicina de Campos-RJ

Odila Maria Ferreira de Carvalho Mansur, Faculdade de Medicina de Campos (FMC)

Pedagoga; Professora da Disciplina de Pediatria da Faculdade de Medicina de Campos-RJ; Doutoranda em Educação Especial na Universidade do Estado do Rio de Janeiro-RJ.

Leila Regina de Oliveira de Paula Nunes, Faculdade de Medicina de Campos (FMC)

Psicóloga; Professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro-RJ; Doutorado (PhD) em Especial Education na Vanderbilt University-EUA.

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Publicado

2017-07-31

Como Citar

Malheiros, G. C., Pereira, M. L. C., Mansur, M. C., Mansur, O. M. F. de C., & Nunes, L. R. de O. de P. (2017). BENEFÍCIOS DA INTERVENÇÃO PRECOCE NA CRIANÇA AUTISTA. Revista Científica Da Faculdade De Medicina De Campos, 12(1), 36–44. https://doi.org/10.29184/1980-7813.rcfmc.121.vol.12.n1.2017

Edição

Seção

Artigos de Revisão